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O momento exige cautela no agro, contudo a economia de uma região deve continuar ativa

Sem dogmas e preconceitos é sabido que os sistemas alimentares globais estão sendo redefinidos por fragmentação geopolítica,
pelas mudanças climáticas e exigências crescentes dos mercados globais sobre sustentabilidade. O momento exige de todos cautela e resiliência, uma provocação que nos traz várias reflexões sobre os novos rumos para o agronegócio brasileiro.

Muitas vezes, nossos produtores se comportam como grandes fornecedores de alimentos para o mundo, outras ocasiões, ainda possuem discurso de países subdesenvolvidos. Precisamos resolver barreiras ideológicas internas e adotar uma lógica para uma independência inteligente. Isso se faz com união em momentos que gritamos a palavra “crise”.

Justamente quando em “crise” é que devemos apostar mais na nossa capacidade de oferecer estratégias inteligentes, onde números apontam na produtividade desejada que precisa ser valorizada, em uma região com logística difícil, mas apesar do meio adverso, venceu seus desafios e se mostra atenta aos passos tomados por outras regiões que formam o celeiro Brasil.

O momento é buscar alinhamento publico-privado. Produtores devem apostar na região que escolherem para semear e sempre que possível rever seu modelo de gestão. Reinventar um novo caminho onde a integração regional através da inovação possa aliar políticas que alinhem novas decisões estando juntas à realidade produtiva.

Para nós da FAPCEN, todos os anos proporcionamos este movimento através do AGROBALSAS, construindo pontes com extrema grandeza e inúmeras dificuldades, apresentando nossos produtores como verdadeiras raízes que transformam corações e inteligências. Não poderemos jamais perder a voz que conquistamos nestes cerrados.

Vamos juntos participar AGROBALSAS 2026.