Com foco em segurança, regulamentação e boas práticas, o Painel VII – Minimizado Riscos Agropecuários trouxe ao AGROBALSAS 2025 discussões fundamentais para o fortalecimento da produção com responsabilidade no campo. A programação reuniu especialistas em defesa agropecuária, fiscalização, aplicação de insumos e aviação agrícola, compondo um panorama atualizado sobre o status sanitário e os desafios regulatórios do setor no Maranhão.
A abertura do painel ficou por conta de Diego do Amaral Sampaio, que destacou a importância da fiscalização de sementes como instrumento essencial para garantir qualidade genética, rastreabilidade e segurança produtiva na agricultura regional. A palestra reforçou o papel técnico e estratégico da fiscalização para a proteção do agricultor e do mercado.
Na sequência, a mestre em Defesa Sanitária Margazida Prazeres apresentou os avanços e conquistas do novo status sanitário pecuário maranhense, destacando o reconhecimento estadual como área livre de febre aftosa sem vacinação — um marco que amplia as possibilidades comerciais e a competitividade da pecuária local.
Ainda dentro da abordagem de segurança no uso de tecnologias, Filomena de Carvalho e Claudia Belmiro trataram dos procedimentos para aplicação aérea de agrotóxicos, abordando desde exigências legais até os cuidados operacionais e ambientais da prática. Complementando o tema, Genilson Santana, do MAPA, falou sobre as atribuições do Ministério da Agricultura na aviação agrícola, explicando os processos de fiscalização, certificação e as normativas vigentes.
O painel foi finalizado com a palestra de Marcelo Falcão, que trouxe luz à importância dos Serviços de Inspeção Municipais como instrumentos de controle de qualidade, sanidade e legalização da produção de origem animal nos municípios. A fala reforçou o papel dos SIMs na abertura de mercados e na valorização da produção local, especialmente para pequenos e médios produtores.
Ao promover esse debate técnico e estratégico, a FAPCEN, organizadora do AGROBALSAS, reafirma seu papel como ponte entre produtores, instituições e conhecimento científico. Em sintonia com o tema “Construindo Pontes”, o Painel VII mostrou que minimizar riscos agropecuários é investir em responsabilidade, articulação institucional e confiança — fundamentos indispensáveis para um agro mais seguro e sustentável.





